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Olhou para o brinquedo de Dimkin, ela tocou levemente a cabeça aberta, olhou com curiosidade para o fio pegajoso de gordura que lhe chegava ao dedo.

- Linda você tem isso. Apenas um pouco pegajoso. Você quer que eu lave?

Dimka, não sabia o que responder, corando os olhos em confusão. Marinka, depois de sorrir, pingava xampu na palma da mão, levemente espumada e gentilmente movia a mão ao longo do tronco, depois para trás. Mais uma vez. Com a outra mão, ela tocou os ovos, virando-os gentilmente e, com as duas mãos, começou a mergulhar a fazenda do cara em uma nuvem de espuma perfumada. Dimka mordeu o lábio para não gemer de uma carícia incomum, e Marina, brincando com ovos, habilmente deslizou a mão para cima e para baixo do pênis. Ainda parecia uma lavagem cômica, mas os dois já sabiam que ela estava se masturbando para Dima.

- Vamos levar até o fim para que os "sinos" não toquem à noite?

Dimka assentiu silenciosamente. Ele entendeu o que Marinka queria dizer. Ligando a água, ela cuidadosamente lavou o brinquedo.

- Eu quero provar você.

Sem soltar o pênis, afundou-se nas pernas de Dima nos joelhos e os lábios apertaram a vara que tremia de excitação. Desta vez Dimka não manteve um gemido. Marina, um pouco distante, sorriu para ele, depois várias vezes, provocando, passou a língua na cabeça, Dimon só respirou o ar com um assobio. E, finalmente, ela desceu para o cara de verdade, permitindo que o brinquedo enchesse completamente a boca e começasse a chupar. Dimka, tomando Marina pelos ombros, fechou os olhos e os lábios gentis, apertando o tronco resiliente e vivo com um anel, deslizaram ao longo dele, tomando calor quente, depois soltando-o. Os dedos tenros novamente tocaram os ovos do sujeito, e Dimon arqueou, inclinando-se para a frente.

- Ooooh

Dim já indiscutivelmente sentiu como, tendo originado em algum lugar no baixo-ventre, a onda doce e irresistível de suco de amor se eleva mais e mais rapidamente ao longo do tronco. Um pouco mais e ela, subindo até o topo, derramou-se em uma chuva espessa e branca.

- Eu vou terminar agora!

Marinka nem sequer pensou em soltar a arma, pronta para disparar. Dim também não conseguiu se conter. As nádegas do cara se encolheram no espasmo final. Sprays picantes, quentes, correndo um após o outro em porções da cabeça diretamente para a boca de sucção. Foi um fogo de artifício! Dima tinha estrelas em seus olhos, e o membro tremendo jorrou e jorrou. Marinka, incapaz de engolir, soltou um cara de brinquedo, e agora em seu peito traços brancos da "metralhadora" de Dimkin se desintegraram no peito com os fãs.

- Oooh - Dimka se encostou na parede da cabine.

- Bem, você e salvou.

Marinka levantou-se dos joelhos. Seu queixo, seios e estômago estavam cheios de esperma. A mulher olhou para o menino de um jeito surpreso e zombeteiro.

- Onde você conseguiu tanto?

- Sim, como de. - Dimon deu de ombros. - Você acha que eu geralmente durmo com mulheres nuas na mesma cama? Ou à noite com as senhoras, nas quais da roupa de um tecido translúcido, eu me comunico? Eu mesmo vi como isso me afeta. Bem aqui.

Sim. - Marina, sorrindo, balançou a cabeça. Bem, agora lave os resultados.

- Fico feliz em tentar. - Dim sum, abraçando a mulher, beijou-a diretamente no sabor pegajoso, ainda preservando de seu esperma, lábios. - Eu fui maravilhoso!

Ligando a água, Dimka pingou xampu na mão. Ele nem sequer pensou em tomar uma esponja. Palmas encharcadas deslizaram sobre os ombros, atravessaram o peito, afundaram-se, lavando as marcas de amor no estômago, tocaram levemente o triângulo úmido de cabelo e voltaram para o peito novamente, cobrindo os mamilos endurecidos.

Mmmm. - Surpreendida, incapaz de conter, Marinka.

Dim inclinou-se e, depois de beijá-la novamente, lambeu o último caminho brilhante de seu queixo.

Parece tudo. - Por alguma razão ele entrou em um sussurro.

Marinka cobriu as palmas das mãos do namorado no peito e apertou-as com força.

- E você ... posso fazer bem? - ela sussurrou com a mesma calma.

- Apenas me diga como.

- língua acaricia ... lá. Basta ir para a cama e aqui é desconfortável.

Uma filha?

- Sim, ela veio correndo para que até a manhã você não consiga acordar a arma. Venha.

No quarto, Marina gentilmente empurrou Dimka para a cama.

Vá. Acabei de pagar a luz noturna por precaução.

A chave clicou e a escuridão da noite do sul entrou em seu lugar. Se não fosse uma faixa branqueadora e não queimada, Dim nem sequer veria Marina. Embora aqui esteja, ao lado da cama.

- Venha para mim.

Dimka, ajoelhando-se, inclinou-se para a mulher deitada. Espalhados, ligeiramente curvados para as pernas dos joelhos, o acesso ao tesouro ficava invisível no escuro, mas esperando por um cara. Um travesseiro escorregou sob a bunda levantou o abdômen inferior, tornando-o mais acessível. Avançando, Dim cautelosamente beijou a boca da caverna gotejando desejo. Marina silenciosamente engasgou, puxou a cabeça do namorado para ela.

Mais forte. Não torture.

A língua de Dimkin, espalhando resolutamente as portas da caverna embaçada, entrou, deslizando para cima, alcançou o clitóris inchado e excitado, apertando com força, passou por ele, voltou e atacou novamente. Mais e mais, cada vez tocando o sabor incomum e tentador de uma mulher. Marinka, muitas vezes respirando, em silêncio, aparentemente tentando se conter, choramingou de volta. A bunda de uma mulher segurando Dim sentiu como ela estremecia a cada "acidente", como tremor mais e mais tremendo respondeu ao afeto, abraçando seus quadris. Dimka tinha pouca experiência em tais assuntos, mas sentiu-se que a linha de chegada de Marinka era esperada, assim como a dele, rápida e tempestuosa.

Marinka, de repente, não respirou fundo, não soluçou. Um pequeno espasmo sacudiu seu baixo-ventre, seus quadris apertaram a cabeça de Dima. O grito baixo e meio sufocado se transformou em um longo gemido, e Dimka sentiu que a caverna acariciadora tinha sido regada com uma umidade diferente. O suco de quem pede o desejo foi substituído pelo suco de satisfação. Dima relaxou a pressão e gentilmente, lentamente, passou a língua sobre a boceta molhada, experimentando o novo gosto de Marina. Ta, ronronando suavemente, relaxou a pressão de seus quadris e relaxou, recostando-se na cama.

Dim se endireitou e se apoiou nos joelhos, olhando para a mulher deitada na frente dele. Seus olhos já haviam se acostumado com a escuridão, e ele claramente distinguiu a caverna que se abriu entre as pernas abertas, indicando um triângulo escuro de cabelo, um peito ondulante e animadamente, e até mesmo um sorriso vagando em seus lábios.

Mmmm. - Marina se esticou em doce languidez. - bom

Abrindo os olhos, ela sorriu para Dima:

"Agora é a minha vez de beijar você."

Dimka quis se deitar ao lado dele, mas Marinka o puxou diretamente para ela. O membro que estava se endireitando durante o carinho se aninhou sob o peso do cara até o estômago. A palma de Dimka, como se por si só, encontrou o peito de Marina, as mãos da mulher se fecharam ao redor do pescoço do garoto e suas pernas envolveram seus quadris. O beijo saiu inesperadamente por muito tempo. Como se viajantes cansados ​​se agachassem na água, Dimka e Marina não podiam se embebedar um com o outro. Finalmente, eles recuaram, recuperando o fôlego. Dim, apoiada nos braços, pairava sobre a mulher, sentindo as pontas tensas dos mamilos fazendo cócegas em seus seios. A palma de Marina, deixando os ombros, andou na parte de trás, as nádegas nuas do cara, e depois escorregou entre as barrigas, encontrando um brinquedo para Dimov.

- Mostre-me. Ela sussurrou baixinho em seu ouvido para o cara.

Dimka se levantou de joelhos para que Marinka pudesse ser vista.

- Ele está com você novamente grande e lindo.

Tomando um membro em sua mão, Marina o abaixou, passando a cabeça pelo clitóris, virou-o de volta e conduziu novamente ao longo da caverna. Dimon, respondendo ao afeto, ligeiramente empurrou para frente e ... olhou para dentro. O casal congelou, olhando um para o outro. Os momentos de confusão e confusão foram interrompidos pelo sussurro desesperado de Marinka.

Bem!

Dimka entrou em um movimento agudo. O pistão do cara com a mosca atravessou a caverna inteira, alcançando o útero. Marinka gritou.

- Ay th!

Mas o membro rápido deu-lhe um novo golpe. Outro mais. Mais! Marinka, mordendo os lábios, para não gritar, correu sob Dimona. E ele, cuspindo que as unhas lhe arranhavam as costas e as costas, tentou com todo o ardor da juventude. O primeiro final de Marinka foi marcado por um beijo mútuo ganancioso. Depois do segundo, a mulher deitou-se na cama, tocando levemente as palmas das mãos do sujeito.

"Dimochka", ela gemeu, ofegando, "eu não posso."

O que ela não podia fazer, não sabia não só Dimon, mas, talvez, a própria Marinka. O pistão do cara continuou a voar em sua beleza quente e úmida de novo e de novo, e Marina impotentemente se achatou sob Dima. Sua bunda, pressionada contra o travesseiro, começou quando as paredes da caverna novamente se derramaram sobre o baú de Dimkin com a chuva da vida. Na caverna foi esmagada e Dim continuou. As bolas saltitantes de Marinin saltaram a tempo com seus golpes.

- Dimochka, terminei de novo! - A voz de Marinka já era melancólica.

- E aaaaa.

As costas do cara estremeceram freneticamente, e uma chuva espessa e pesada de esperma masculino atingiu a tenra e feminina profundidade cheia de suco.

- Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh - As vozes de Dima com Marina se fundiram em uma só.

Com um suspiro, Dimka se afundou na mulher, sua cabeça enterrada em seu ombro.

- Abaixe-se. - Ela gemeu baixinho. - O poder de te manter lá.

Dim de alguma forma escorregou, caindo perto. Por um tempo, os dois simplesmente ficaram parados, depois a mão de Marinin encontrou a mão de Dimka e apertou-a ligeiramente.

- Bem, você dá. Eu não posso me mexer, mas foi ótimo!

- e eu. Entre suas pernas é tão bom!

- Entre minhas pernas é agora uma poça, você sabe o que, nós criamos em conjunto. E sob o saque também. Então dormimos hoje ao seu lado da cama e no mesmo travesseiro.

- Em um abraço?

- Pelo menos um do outro, só estou no topo. Atrás de você já está deitado. Um pouco vivo.

Dimka bufou:

- Sim, você deve tentar de cima.

- Chatterbox! - Marinka jogou um travesseiro debaixo da bunda dela. - Eu primeiro lavo. Acenda a lâmpada.

Dimka observou a mulher ir ao banheiro e facilmente pulou da cama. A luz lilás de uma lâmpada da noite arrancou da escuridão uma cama enrugada e amassada. Em um lençol claro com traços distintos, traços escuros de prazeres recentes escureceram. O cara sorriu. Bela abstração. E qual é o mais legal, ele vai desenhar mais de um desses. Dimka tinha certeza disso.


George Beck
18 comentários
  • nika58 (convidado)
    18 de dezembro de 2015 18:49

    Saboroso ...

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    • Classificação: 1
  • Sergunok (convidado)
    18 de dezembro de 2015, 19:16

    Simples ... mas gostoso ..

    Responder

    • Classificação: 1
  • 19 de dezembro de 2015 4:03

    esperando pela continuação)

    Responder

    • Classificação: 1
  • 23 de dezembro de 2015, 12h31

    O começo foi um pouco previsível, é imediatamente claro o que vai acontecer a seguir. Mas a história em si é escrita com gosto de alta qualidade. Foi muito bom ler. Eu coloquei 10.

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    • Classificação: 1
  • 19 de janeiro de 2016 16:51

    Sim, você provou que até mesmo uma simples história banal pode ser habilmente pintada. Cho, bem feito.

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    • Classificação: 0
  • 20 de janeiro de 2016 às 9:08

    Obrigado. Eu tentei. Foi muito interessante para mim descrever um enredo bastante simples e banal, sem frescuras.

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    • Classificação: 1
  • 10 de fevereiro de 2016: 19:46

    Porra, a segunda metade da história não pode ser lida por um motivo - todos temiam que a filha acordasse. Bem, não na história. E, em geral.)))
    E muito bem escrito!

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    • Classificação: 1
  • 10 de fevereiro de 2016 20:30

    Cair por outro tempo. Continue a ler.

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    • Classificação: 1
  • 18 de março de 2016 22:04

    mmm linda ...

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    • Classificação: 0
  • Positivo (convidado)
    9 de abril de 2016 1:41

    Bem escrito. Realisticamente

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    • Classificação: 0
  • 9 de abril de 2016 às 12:23

    Obrigado. Bom ouvir. Passe novamente. Leia outras histórias.

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    • Classificação: 0
  • 10 de abril de 2016 19:28

    Obrigado, muito bem escrito. Eu estimo a qualidade das histórias neste site: palma da mão esticada na calcinha durante a leitura ou não. Sim - já 7-ka. E então - do prazer. Você é 10!

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    • Classificação: 1
  • 11 de abril de 2016 15:48

    Oh, desculpe, eu não vi como eu ganho meus dez.))))))
    Obrigado Julia. Esse feedback é muito bom receber.
    Passe novamente. Eu tenho outras histórias.

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    • Classificação: 0
  • 13 de março de 2017 16:57

    Julia, leia a minha, eu gostaria de tentar induzir sua caneta à ação;)

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    • Classificação: 0
  • 25 de setembro de 2017 10:25

    Obrigado pelo convite, querida.

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    • Classificação: 0
  • 2 de janeiro de 2017 10:01

    Contos lindos e empolgantes. Excelente para o autor!

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    • Classificação: 0
  • 2 de janeiro de 2017 13:38

    Obrigado Vika.
    Que bom que você gostou. Solte para ler.

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    • Classificação: 0
  • 16 de março de 2017 23:18

    E por que ela foi se lavar? Isso eu não entendo.

    Responder

    • Classificação: 0

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