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  1. Liberdade de ordinariedade. Parte 1
  2. Liberdade de ordinariedade. Parte 2
  3. Liberdade de ordinariedade. Parte 3
Era uma noite comum de fevereiro. Inclinei-me de volta para minha cadeira preta de computador e pensei em como seria o próximo fim de semana. Naquele momento, Katyukha estava sentada debaixo da mesa e me dando um boquete. Este é um processo familiar para nós. Depois do trabalho, sento-me para jogar um jogo online para o computador, e Katya, que adora rastejar, toma seu lugar habitual e interrompe meu jogo.

- Talvez este fim de semana a gente vá a algum lugar? - um pequeno gemido, pergunto à minha namorada.
- Mm ... - ela murmurou em resposta.
- Querida, antes de dizer qualquer coisa, você precisa remover o pênis de trás da boca - sorrindo, eu disse a ela.
- E antes que você comece a caluniar, não esqueça, entre cujos dentes está sua cabeça - sorrindo, ela me respondeu.
- Estou falando sério. Nossa vida se tornou comum com você. Continue sugando e ouvindo. Então, um pouco mais profundo. Umnichka. Bem pato aqui. Nós estamos com você por um longo tempo a nossa vida não é enriquecida por nada, mesmo sexualmente.
Eu senti o quanto era difícil para ela respirar, mas ela sabia o que estava fazendo. Ela controlou o processo. Montando no meu pau, ela não pensou em oxigênio. Ela pensou na paixão, que recentemente entre nós não tivemos tempo de nascer, já estava morrendo. E agora meu pau incha. No momento, sinto quase toda veia pulsante no meu pênis. E assim Eu termino. Muito e frequentemente. Minha garota não sente falta de uma gota, não tem escrúpulos. Eu fecho meus olhos e caio em um segundo coma.

- Há muito tempo atrás, um cara no curso estava me guiando. - disse Kate, que saiu de debaixo da mesa sem ser notada por mim.
Falando de Kate. Ela não era da Miss Mundo das garotas, mas da Srta. Friend, mano, mano. Ela não era alta, 165 cm, com cabelos castanhos claros, olhos azuis. Bastante magro e em forma, e não apenas assim - um amante de fitness. Bem, respectivamente, a bunda estava certa. Como o peito. Mamilos rosa pálido. Da categoria - quero ferir e ao mesmo tempo acariciar.
- e? Estou desconfiado.
Bem. Simplesmente comecei a notar que, quando ele manifesta sua pressão, começo a ficar um pouco molhada - respondeu Kate, corando em vermelho.
- Perdoa-me? Eu fiz uma careta.

- Bem, não fique com raiva e não se ofenda. Você diz a si mesmo que nossa vida se tornou comum. Então eu queria tomar um gole de ar proibido, mas fresco. - com algum orgulho disse Katya.
- E você fez? - Eu continuei a franzir a testa.
Não! Eu te disse, eu só queria. - Kate veio até mim pelas costas, começando a fazer uma massagem - Bem, zay. Vamos tentar. Eu vou dar bem a esse cara, e depois disso eu vou trazer para você aquela namorada com quem você costuma encarar.
- Isso é o que? - caindo na tinta, eu perguntei.
- Não jogue.
- Eu nem sei. Eu preciso pensar.
- Pense. E agora eu preciso da sua mão, meu senhor.
- Ah sim! - Eu pisquei para ela.
Depois disso, ela pegou minha mão e colocou em sua calcinha. Meus dedos começaram a vagar ao lado. Katya gemeu.

(Como você gostaria de ver esse "cara fora do curso?")

1 comentário
  • 14 de fevereiro de 2019 6:28

    confiante forte e mais importante não os caucasianos

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